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Papo da Fê

Por Fernanda Cappellesso

Coluna

10/08/17 15:09 | Atualizado em: 10/08/17 15:34

Música

Sertanejo revela que nova música foi inspirada em um amor de sua vida









"Você é uma mistura de morango e mel. É tudo que eu quero presente do céu", essa declaração de amor muito romântica está no refrão da nova música da dupla João Lucas e Marcelo. Morango e Mel é uma composição de Marcelo Martins, primeira voz da dupla.

De acordo com Marcelo, esta música foi feita para uma pessoa muito especial - que, na época, era inacessível. Segundo ele, a canção fala de um romance que só poderia ocorrer em sua imaginação.

"Foi algo bastante forte, bonito e diferente", destaca o cantor. "Morango e Mel é uma música romântica que fala de um amor de verdade. Não é uma invenção", revela.

Segundo Marcelo, a pessoa em questão convivia com ele, estava com ele todos os dias e se fazia presente em sua vida. Porém, ele era comprometido e por isso a relação se tornava inviável. " Ela nem queria saber de mim pq eu era compromissado", destaca.

Se viveu ou não a relação, após sua separação, o cantor não revela. Marcelo também não revela o nome da musa inspiradora. "Melhor não contar. Ela vai ficar se achando", finaliza rindo.

O clipe

E o clipe que conta essa história de amor, será gravado na próxima semana no Parque Estadual do Jalapão- no Tocantins. A musa será representada pela digital influencer do Tocantins, Camila Peara.

Segundo Marcelo, Camila - que fez uma campanha nas mídias digitais para ser musa deste clipe- representa muito bem a musa inspiradora. "Fisicamente elas são diferentes, mas há coisas que são parecidas. A determinação, o foco, o bom humor" destaca Marcelo.

"Independente de parecer ou não com a pessoa que me inspirou, João Lucas e eu estamos muito felizes em ter Camila como musa desde clipe. É muito bom quando alguém quer, de verdade, fazer parte de um projeto", finaliza.

A música

Para quem está curioso e quer ouvir a música, ela já está disponível em todas as plataformas digitais. No YouTube, ela pode ser encontrada neste link https://youtu.be/M5M7h4-dCvohttps://youtu.be/M5M7h4-dCvo

07/06/17 15:56 | Atualizado em: 07/06/17 15:25

OPINIÃO

O Marista é a prova que o mercantilismo venceu o cristianismo





É preciso, mais do que nunca, refletirmos sobre o que é uma escola boa para entregarmos os nossos filhos aos seus cuidados. Apenas esta semana, dois acontecimentos me fizeram questionar o que seria realmente uma escola boa e de qualidade.



Ambos os acontecimentos envolvem o sistema Marista de educação, que para mim era exemplo em qualidade e de ensino e em valores. Graças a estes dois acontecimentos constatei que estava muito equivocada me relação ao que o Colégio Marista se tornou. A verdade é que - como me disse uma amiga em uma discussão saudável- via grupo de WhatsApp- a mercantilização da educação acontece há muito tempo e que nós estamos sendo românticos em pensar que seria diferente.



Quando eu criança um incidente igual ao que ocorreu no Colégio Marista de Palmas, em que três adolescentes e uma criança se envolveram em um conflito físico, resultaria na suspensão dos quatro envolvidos e a assinatura de um termo de compromisso para bom comportamento. Porém os tempos mudaram. A escola se omite. Não pune ninguém!



Ontem escrevi para meu blog pessoal, o papodafe.blogspot.com, um artigo sobre a questão. Quando compartilhei o material no Facebook, recebi feedbacks de pais de ex-alunos e de até ex-alunos informando e relatando que as agressões ocorrem o frequência dentro da Escola- que se omite, que não comunica os pais e que "faz vista grossa" para os erros dos filhos das famílias mais influentes. Volto a perguntar : que educação cristã é essa?



Que educação cristã é essa que na unidade do Rio Grande do Sul, menospreza pessoas com menos oportunidades e diz que elas não deram certo na vida? Dar certo na vida é ter condições de pagar mais que um salário de mensalidade para humilhar quem ganha isso por mês? É preciso refletir quais são esses valores.



Penso que os pais deveriam olhar com mais carinho e ouvir pais de alunos e de ex-alunos de qualquer escola. É importante saber se os valores repassados condizem com missão e visão que divulgam. Como já percebemos, no Colégio Marista não há essa identidade.

 

26/05/17 09:48 | Atualizado em: 26/05/17 09:48

OPINIÃO

Sistema político: A mudança deve partir da sociedade






Há alguns dias paro para pensar na realidade em que vivemos no que diz respeito ao nosso cenário político. Tantos são os questionamentos. Tantas são as explicações que encontramos do porque permitimos que o nosso país chegasse a essa situação assombrosa. As respostas que chegam a razão, na grande maioria das vezes, contrastam com o que o nosso coração gostaria que fosse a resposta real.
A verdade é que se somos completamente governados por corruptos, em todas as esferas, somos tão corruptos quanto eles. O que deve ter faltado a mim e a você foi oportunidade para agir como Aécio, Temer, Lula, Dilma, os irmãos Batista ou do império Odebretch, Somos um país em que a cultura da corrupção está enraizada na cultura popular.
Somos uma democracia, mas não estamos preparados e qualificados para exercer a cidadania de forma plena, pois estamos completamente vulneráveis em questões de saúde, educação, habitação e segurança pública. Isso faz com que estejamos sempre dependentes de um favor de um governante.
Trocando em miúdos, vivemos a ditadura da falsa democracia. Ou seja, a elite dominante – que vem exercendo o poder, desde que fomos colônia de Portugal, arruma maneiras para que a massa continue dependendo dela de alguma maneira. O nosso voto de cabresto não deixou de existir. Continuamos elegendo em troca de um emprego, de segurança pública, de melhores condições para a saúde de nossos filhos e de habitação.
Nossa realidade só mudará, de fato, quando deixarmos de projetar o nosso desejo de mudança em personalidades e alicerçarmos a sociedade para que ela própria consiga solucionar seus problemas e caminhar sem o auxílio de líderes partidários. Como dizia o Capitão Nascimento, o sistema está aí há anos e ele é sujo. A sociedade precisa estar fortalecida para dizer não as propostas dele.
Quando isso, de fato, ocorrer teremos uma sociedade pensando com a razão e não com o estomago ou com o coração. Aí sim seremos uma democracia plena, que escolhe os seus governantes pela razão e pela coerência. Aí certamente, andaremos bem melhor.
 

17/05/17 09:44 | Atualizado em: 17/05/17 10:46

OPINIÃO

Nada de paquita: botas brancas são elegantes neste inverno


Olá meninas e meninos lindos que me acompanham aqui no Portal Stylo.

Hoje o meu papo aqui é mais solto. Venho falar de uma tendência do inverno que vem dando muito o que falar: as botas brancas. Sim, aquelas que eram consideradas bregas de tudo, são o hot dessa estação.



Elas foram são consideradas ícones da tendência futurista em 1960, estiveram bastante presentes na cultura hippie e, aqui no Brasil, são lembradas como as botas da Xuxa e das Paquitas. Isso foi massificado nos anos 80. Quem lembra? Eu adorava!!!

Como usar essas botas brancas sem ficar brega ou parecendo dançarina de forró, programa de auditório, a Xuxa ou a Joelma? É preciso cuidado. Para artistas, no palco, quase tudo é permitido. Nas ruas é preciso ter bom senso.

Para começar, opte por canos curtos com saltos quadrados. Elas combinam com tudo. Com Jeans levemente curto, aquele em que a barra da bota fica aparecendo, e tricô ou malha de lã; com vestido, saia, camisa, camiseta,peças de alfaiataria.

Os estilistas e as fashionistas dizem que para arrasar a sugestão é usá-la com um look monocromático. Nesse caso o look pode ser todo preto, todo azul, todo verde, ou até todo branco. Isso causará bastante impacto e mostrará que você tem muito estilo.



 

03/05/17 09:29 | Atualizado em: 03/05/17 09:29

OPINIÃO

Por quê eu devo investir em mídias sociais?





Essa certamente é uma pergunta que você já fez sobre sua carreira ou sua empresa. Muitas vezes essa questão não é respondida de maneira correta e objetiva.

A primeira resposta para essa questão é: porque você deve estar lá. Uma pesquisa realizada pelo facebook aponta que até 2020 a forma de consumo mudará drasticamente.

Em apenas três anos o consumidor on line será maioria e as mídias digitais serão bem mais fortes e influentes que o rádio e a televisão. Essa é a previsão feita pelo facebook no Brasil.

Para estar preparado para o "boom" e para a mudança comercial e empresarial pela qual passaremos daqui há apenas três anos é preciso iniciar investimento e planejamento agora. Não dá para chegar em cima da hora despreparado, esperando obter o mesmo resultado daqueles que já trabalham com planejamento, programação e métrica.

A você pequeno empreendedor e investidor, está aqui minha resposta: você deve investir em mídias sociais por que são elas o futuro do comércio mundial. O quanto antes iniciar esse investimento, mais rápido obterá o seu posicionamento da marca no mercado, prospeção e negócios lucrativos no cenário digital. 

26/04/17 08:28 | Atualizado em: 26/04/17 08:28

OPINIÃO

Em workshop, Leo Chaves conta aquilo que o palco esconde





“O que os palcos não contam”, é o título da palestra show que o sertanejo Leo Chaves está levando para todo o Brasil. A palestra faz parte da programação de um workshop organizado pelo Instituto Você. Além de Leo Chaves, Bento Augusto – presidente do Instituto Você, falou ao público sobre neuro – linguística.
Ao abrir sua palestra, em Goiânia – nesta segunda-feira, 24 de abril, o sertanejo Leo Chaves falou que iria abrir a mala do fracasso que, segundo ele, é uma mala que as pessoas costumam esconder. Para ele, foram as decisões tomadas nos momentos de dificuldade que o fizeram ser quem é.

Durante a palestra Leo contou sua trajetória, falou das dificuldades e das pessoas importantes que passaram por sua vida. Falou até que, de fato, houve um momento em que ele e seu irmão Victor pensaram em desistir. “Estávamos morando em São Paulo. Estava muito difícil. Estávamos endividados. Não tínhamos show. Estávamos a pé. Todas as portas estavam fechadas. Resolvemos voltar para casa e desistir da música”, contou o cantor.

Nesse momento, Leo disse que apareceu uma pessoa fundamental para a sua vida e para sua carreira: Irmã Hortense. O cantor contou que um amigo o levou até a ela e na conversa que tiveram a irmã o fez ver que ele precisava se dedicar mais, acreditar mais e que as coisas iriam acontecer para ele. “Eu contava minha angustia para ela e ela sorria. Chegou um ponto que eu perguntei para ela o porquê disso. Ela apontou para uma imagem de Nossa Senhora e me disse: ela está te carregando no colo e você não vê”, finalizou.

O cantor revelou que depois dessa conversa saiu mais motivado e que, de fato, as coisas começaram a dar certo. Pouco tempo depois, cerca de dois anos, a dupla já era conhecida em todo o Brasil. E aí novos desafios vieram. E desafios ligados a personalidade, família, valores e dinheiro.

O sertanejo revela que o glamour da fama e do sucesso o fizeram tirar o pé do chão. “Eu acreditava que era demais. As pessoas em volta concordavam com tudo que eu falava. Eu era o melhor em tudo. O único lugar em que as coisas não eram assim era em casa. Para meu pai, minha mãe, minha esposa e filhos eu era o mesmo e isso foi importante“, declarou o cantor ao destacar que passou por um momento de deslumbre e que chegou a acreditar que o carro mais caro, o presente mais caro, a melhor casa podiam suprir tudo.

“Foi meu filho quem me fez ver que havia algo errado comigo, foi ele quem me fez ver que eu precisava mudar. Em um Natal, quando eu estava nessa fase em que acreditava que o dinheiro era tudo, pedi para meu segurança ir ao shopping comprar um presente para ele. Ele me perguntou o que. Respondi que era para ele comprar o carrinho mais caro que tivesse na loja. Quando meu filho pegou o presente brincou uns trinta segundos e largou o carrinho. A mesma coisa aconteceu com o segundo presente que foi entregue a ele. Fiquei incomodado e fui perguntar se ele queria outra coisa. Ele falou: quero papai. Quero uma bala. Fui até a cozinha peguei umas balas, descasquei para ele e chupamos juntos. Ele ficou imensamente feliz”, contou o cantor.

Segundo ele, esse episódio do filho o motivou a estudar e a buscar mais conhecimento. Pois ele precisava reencontrar o Leonardo de antes do sucesso. O cantor disse que quando se reencontrou passou a dar mais valor ao tempo dedicado aos filhos, a família, aos pais. “ Essas coisas são essenciais para nossas vidas”.
O cantor também foi enfático em dizer que é preciso encontrar as rosas dentro dos espinhos e que devemos buscar o melhor em cada pessoa, ao invés de julgamos. “Todo mundo tem algo bom a oferecer. Procure isso nas pessoas que sua vida será muito melhor”.


 

18/04/17 11:50 | Atualizado em: 18/04/17 11:50

COLUNA

Safadão cortou o cabelo. O que isso representa?





A pergunta do título pode soar estranha, mas o novo visual do cantor nordestino virou notícia e dividiu opiniões. Como profissional de comunicação insisto em perguntar aos meus colegas: se vocês cuidassem da imagem do cantor, vocês deixariam cortar o cabelo dele?

Na internet, as opiniões se dividiram. Há quem disse que o cantor perdeu a identidade e que o novo visual com cabelo curto e em um tom mais claro o deixou mais distante do seu público original: o nordestino.

Em contrapartida, a defesa diz que Wesley Safadão ficou mais moderno, mais comercial e que será aceito em camadas que tinham restrições com a imagem do cantor. O argumento é de que ele representa uma zona de transição entre o sertanejo e o forró e que a tentativa é de aproxima-lo do primeiro público ou de fazer com que ele edifique um público só seu. Seria o público do sertanejo pop.

Quem é contrário, por sua vez, diz que o corte e a mudança da cor de cabelo representam uma negação ao povo nordestino, que foi quem primeiro acolheu e quem fez com que Safadão se tornasse o fenômeno que é.

A defesa diz que Safadão precisava fazer isso. Que este seria sua "Independência ou Morte". Ou seja, chegou o momento dele provar que não é o mesmo Wesley da Banda Garota Safada, de onde saiu. Que é Wesley Safadão, independente comercial e artisticamente.

Na minha opinião - que vou escrever porque sou intrometida, já que formação de imagem não é minha praia- o cabelo dele continuaria como estava: Longo e escuro. O motivo principal é simples: não se mexe em time que tá ganhando. Em segundo lugar, eu curtia o estilo Safadão.

Para responder a pergunta que deu origem a este artigo, busquei opinião de renomados profissionais de marketing e que atuam com formação de imagem. Olha só o que eles disseram a respeito.

"O que dizem as fãs no Brasil? Qual o tamanho do mercado e o risco lá fora? Comparativamente vale a pena? Qual o efeito de marketing teria essa iniciativa nas fãs brasileiras? Eu buscaria, como acho que devem ter buscado, respostas para perguntas desse tipo para a tomada de decisão." Essa foi a primeira resposta de Lincoln Moraes, que é um jornalista e publicitário- que atua há mais de vinte cinco anos com a formação da imagem de pessoas públicas, entre eles renomados políticos brasileiros.

Para Moraes, se todas essas questões foram levadas em consideração, vai dar certo e o objetivo dessa ação publicitária será fantástico. " Se realmente for uma ação publicitária. As vezes o cara só estava cansado do cabelo comprido", disse. De acordo com ele, o risco deve ter sido estudado é calculado.

Sérgio Ramos, também publicitário e gestor de imagens de grandes nomes da política brasileira, diz que analisaria o contexto para fazer uma mudança considerável como essa. "Depende do contexto, uma mudança de rumo na carreira , uma música nova num estilo diferente", disse ao explicar como orientaria Safadão a fazer a mudança de visual.

Ao ser questionado sobre o impacto que a mudança poderá trazer para a carreira do cantor, Ramos foi enfático ao dizer que, com uma imagem sólida e estruturada como a do cantor, a mudança no corte de cabelo "no máximo trará muita mídia expontânea".

Se Sérgio Ramos está correto só iremos saber daqui há alguns meses. Porém, já é notícia que o cantor gravou um novo DVD em Miame, no estado americano da Flórida, e que esse novo trabalho pretende ser um divisor de águas na carreira do cantor.
 

15/04/17 09:14 | Atualizado em: 15/04/17 09:14

OPINIÃO

Lava Jato e Fachin: Nesta Páscoa o brasileiro deve deixar o Egito e acreditar que a nação pode ressuscitar





Nesta semana da festa da Páscoa em que celebramos a saída do Egito, o renascimento de Cristo e a fertilidade, dependendo da cultura e da religião que seguimos, o Brasil se choca e se envergonha com o caráter e com a atitude de mais de quatrocentos homens públicos que estão na lista do Fachin. Por isso, quero convidar a todos, independente de cultura, credo, partido político ou facção, a fazer uma reflexão e a tomar decisões.


Para sair do Egito, que podemos interpretar como momento de escravidão, dificuldade e de muito sofrimento, os Hebreus tiveram que ter fé em um futuro melhor. Além disso, eles se uniram em busca da mudança. Moisés sozinho, sem o apoio dos outros, não conseguiria fazer a revolução e tirar todos os escravos do Egito.

Jesus Cristo, que se entregou aos Romanos, para salvar a humanidade também queria deixar um recado. O recado dele era que um novo caminho, com mais amor, menos injustiça, mas fraternidade e mais esperança era possível.

Na festa da fertilidade, da mudança é da esperança convido cada um de vocês a refletir se as notícias, as ações e a realidade em que vivemos não é tão catastrófica, se não pior, as que os Hebreus viviam?

Trabalhamos arduamente e não conseguimos ter moradia digna, segurança pública, comida de qualidade e lazer para nossos filhos. Após anos e anos de trabalho não temos uma velhice digna assegurada. Pior, nossos velhos estão sendo apontados como um peso para o país, após uma vida de dedicação e pagamento de impostos.

Nos esforçamos para garantir um futuro melhor e pagamos absurdos de impostos que são desviados e vão para as fortunas de famílias de presidentes, governadores, deputados, prefeitos e vereadores. O povo está cada dia mais pobre e sofrido.

Estamos sim no Egito. E temos que parar de chorar as cebolas dele. Temos que abandonar nossa pequena, que está cada vez menor, zona de conforto e buscar uma verdadeira mudança para nosso país.

Serão com nossas atitudes, assim como Jesus Cristo que não calou sua voz e continuou pregando, questionando normas, e propondo a libertação da opressão, que farão a mudança nesse país. É o debate que acende o fogo da ação. E é a ação que traz de volta a esperança. O brasileiro precisa recuperar a esperança.

Está na hora de colocarmos a fertilidade de nossa mente em ação. Precisamos dizer não aos grupos políticos tradicionais. Precisamos dizer não a empresas corruptas. Precisamos dizer não a esquemas fáceis de ganhar dinheiro. Precisamos dizer não a falta de caráter que está corrompendo o brasileiro e o Brasil.

Guarde os nomes. Lembre dos envolvidos com o escândalo da Lava Jato. Se preciso for, faça prints, xerox de jornais e revistas e guarde pata você e para mostrar a quem você precisar.

Tem eleições chegando ano que vem . Nossos governantes querem um super acordo para engavetar as investigações. É óbvio que ninguém quer a prisão dos envolvidos. Por que todo preso denúncia outro envolvido. E, sejamos francos: vocês ainda acreditam que há algum que não esteja corrompido?

Peço que iniciem a reflexão e que desejem do fundo dos seus corações sair do Egito e ver nosso país ressurgir, ressuscitar e renascer. Ano que vem é ano eleitoral. Comece agora a analisar os candidatos. Pesquise a vida. Olhe as listas. Se tiver pelo menos citação do nome não escolha.

Vamos limpar Brasília. Vamos reerguer o Brasil! Para isso é preciso por fim a um ciclo vicioso de corrupção e exploração do brasileiro. Vamos sair do Egito e deixar lá os costumes que não cabem para a nação da esperança e do renascimento.

Feliz Páscoa a todos  

12/04/17 10:56 | Atualizado em: 12/04/17 10:56

COLUNA

O que eu fazia errado nas mídias digitais



Há alguns dias iniciamos, quando falo iniciamos digo Marcelo e eu, um novo trabalho nas redes sociais dele. Dessa vez temos a parceria do casal Carlos Renato e Jussara Fernandes, fantásticos consultores de mídias digitais, que residem em Santos.

Por que precisa escrever sobre isso Fernanda? Preciso para falar que estávamos fazendo muita coisa errada e estávamos deixando a desejar em muitos quesitos.

Resolvi reconhecer minhas falhas para mostrar a vocês que é preciso uma reflexão profunda sobre o trabalho desenvolvido. Havia muito o que melhorar.

Dei meu braço a torcer e reconheci perante ao Marcelo que o trabalho das redes pessoais dele e minha precisavam de um UP e que eu não seria capaz de realizar isso no momento. Foi aí que a Jussara e o Renato surgiram maravilhosos em nossas vidas.

A primeira coisa que fizeram foi fazer uma análise dos nossos pontos positivos e negativos. Nos apresentaram e nos mostraram soluções para resolver cada um desses pontinhos. Isso me conquistou, pois apontar o erro é muito fácil. Porém entender o erro e propor a solução é algo para poucos.

Em cima disso desenvolveram um plano que ainda não começou a ser implementado de fato, mas que em breve será e acredito que trará excelentes resultados. Logo, logo vocês observarão sozinhos.

Mas e aí Fernanda, qual era o seu grande erro nas plataformas digitais? Eram muitos, mas o principal erro era a falta de profissionalismo. Em qualquer coisa que se queira obter bons resultados é preciso profissionalismo, foco e dedicação. Nós não estávamos fazendo isso.

Não prestávamos atenção nos horários das publicações. Não levávamos em consideração datas comemorativas, novidades. A qualidade das fotos e, muitas vezes dos textos não era o desejável. Enfim, eram muitas coisas que podem ser resumidas na expressão "não estávamos sendo profissionais".

Aqui na coluna vou contar toda semana uma nova descoberta e uma inovação desse processo. Mas, se quiserem acompanhar de perto o que estamos fazendo para mudar, é só nos acompanhar.

O Marcelo está no Facebook, Instagram e Twitter como marcelomartinsofficial. No Twitter ele está como cantorMarceloMM. Eu estou no Instagram e no Twitter como @fcappellesso. No Facebook, estou como Fernanda Cappellesso.

De quem optar com acompanhar queremos opiniões, sugestões, críticas, e, é claro, elogios.  

06/04/17 08:17 | Atualizado em: 06/04/17 08:17

NOVIDADE

Eu: o meu melhor portfólio





Nas últimas semanas, percebi o que já devia ter percebido há muito tempo: na época em que vivemos o ditado "casa de ferreiro, espeto de pau" não tem e não pode ter
espaço. Por este motivo, resolvi me dedicar mais e mais às minhas redes sociais, às minhas colunas e ao meu blog.

Nesta quarta-feira,5, à caminho de Santos, dentro do avião da Avianca, esperei a moça terminar de servir o lanche para organizar minha mesinha e fazer uma foto para publicar nas histórias do Instagram, Facebook e WhatsApp. Ao meu lado direito estava o Marcelo, que achou completamente normal. Ao meu lado esquerdo um senhor que me observou calado.

No decorrer do vôo, Marcelo- que estava muito cansado, dormiu. O senhor puxou assunto comigo e perguntou se eu trabalhava com internet. Expliquei a ele que era jornalista e que havia me especializado em
conteúdo digital.

Ele falou de forma bastante espontânea e sincera: "Então foi por isso que estava registrando vários momentos do vôo. Logo imaginei que seria algo desse tipo". Ri e perguntei o que ele fazia. Me respondeu que era administrador de empresas por formação e que era empreendedor da área de recrutamento.

De imediato disse a ele: talvez seja por isso que você tenha observado tanto a minha maneira de agir. Ele ruiu e concluiu com um "pode ser". Continuamos nosso papo até o pouso em Congonhas.

O nome do senhor eu não sei, pois tenho o péssimo hábito de não perguntar, mas ele me levou a fazer uma análise verdadeira dos rótulos que colocamos nas profissões. De maneira rápida e rasa posso dizer que não contrataria um Personal Trainner fora de forma; um nutricionista obeso, um consultor de moda que não se adeque às tendências, um social media que tenha as redes sociais fracas ou inexistentes.

Por mais que busquemos ser revolucionários, a sociedade nos impõe algumas regras e recomendações. Profissionalmente não é diferente e nossa imagem é extremamente importante. Para ser destaque e estar em acordo com essas exigências, acabamos criando ciclos e ganhando manias que nos enquadram e nos tornam parecidos com os demais semelhantes das nossas áreas.

É aquilo que a antropologia cultural chama de tribos. Essa viagem de Brasília- Santos foi super produtiva e me levou a reflexão que no atual cenário de crise e de competitividade extrema é preciso ser competente com os trabalhos que conquistamos, mas que nosso melhor cliente e portfólio somos nós mesmos.


 

29/03/17 09:42 | Atualizado em: 29/03/17 09:42

Educação: A geração dos “piores dos piores”





Fico um pouco assustada com a nova geração de crianças. Tão novas tem o mundo ás mãos graças a tablets, smartphones e computadores. Porém a cada dia o nível linguístico e educacional cai. A cada dia gostam menos de ler. A cada dia tem menos conhecimento da língua mãe e de clássicos da literatura brasileira. O que fazer?
Costumo dizer, isso sem conhecimento estatístico apenas por “achismo”, que somos uma sociedade em que nivela a educação pelos piores. Sei que serei crucificada por este argumento, mas tenho certeza que colegas concordarão e muito com o meu posicionamento.

A criança cresce vendo o professor ser desrespeitado e desvalorizado em sala de aula. Sabe-se que ganham muito pouco, trabalham muito e sofrem preconceito por terem escolhido a profissão. A sociedade impõe como se optar por esta profissão seja optar pelo fracasso.

Na época de escolher a profissão, ou seja no vestibular, o aluno está na adolescência.Período este que sabemos que é profundamente marcado pelos grupos e pela necessidade de estar inserido. Muito difícil ser inserido ganhando pouco ou tendo pouco acesso a tudo. Os melhores alunos optam por colegiados como medicina, direito, engenharia – que mesmo sendo tradicionais são profissões que garantirão uma grande estabilidade ao futuro profissional. A pesquisa feita no Google comprova.

Então o que teremos para os cursos de licenciatura? Os piores alunos. Aqueles que por algum motivo não estão aptos a enfrentar a concorrência dos cursos que podem oferecer um futuro melhor e mais tranquilo financeiramente. Teremos os piores alunos ensinando as crianças. E o ciclo vai se repetindo. Os piores dos piores se tornam professores. De novo os piores educam as classes que terão os piores optando pela licenciatura. E por aí vai. A cada geração o nível educacional cairá mais e mais . E isso se reflete em toda a cultura do país.

Ah, sim? Qual a relação disso com a tecnologia né? Pois é! Os professores que além de não terem tido as melhores oportunidades ainda tem a dura e cruel concorrência da tecnologia. Concorrência sim, pois as escolas – em sua grande maioria – não estão adaptadas para ter a tecnologia como um aliado do professor e do ensino.
As crianças, que hoje passam grande tempo com esses aparatos tecnológicos, escrevem de qualquer maneira, não sabem fazer o uso correto das normas gramaticais e nem da ortografia da língua mãe. Quando isso lhes é cobrado, por professores ou pelos pais, é comum que se ouça que o importante é se fazer entender. Temo que os emotions e os gifs sejam uma forma moderna dos hieróglifos ou das pinturas rupestres nas quais o homem primitivo se comunicava.

É muito importante que seja revista a questão da educação nesse país. É importante que professores deixem de ser massa de manobra de partidos políticos, nos quais são utilizados para divulgação de ideologias e para protestos, e passem a ser vistos, respeitados e formados como verdadeiros mestres do saber. Precisamos saber utilizar tecnologia e inovação ao contexto escolar e fazer com que isso seja um diferencial na educação de nossas crianças.
 

24/02/17 09:16 | Atualizado em: 24/02/17 09:16

Como exigir diploma de jornalismo no mercado dos youtubers?






Há alguns dias, em um desses muitos grupos de whatsap que eu participo, iniciamos um debate sobre a exigência ou não do diploma de jornalismo. É um tema antigo, polêmico e que por um bom tempo ainda teremos discussão.

Hoje eu não quero aqui debater isso. Só toquei no assunto para dizer que desse debate fiquei pensando em como a Comunicação Social mudou nos últimos 10 anos.

Há exatos dez anos eu saia da faculdade. Era completamente apaixonada pelo web jornalismo. Porém jamais imaginava que pudéssemos chegar a esse patamar que estamos.

Vejam bem, colegas de profissão, hoje o YouTube tem mais credibilidade que muitos veículos de comunicação. Os youtubers são os novos queridinhos da juventude e estão fazendo a televisão rebolar para tentar manter seu status de glamour. E não está sendo fácil.

Temos também os influenciadores digitais e as blogueiras e blogueiros que são os ícones dessa nova geração. Os adolescentes falam deles com tanta intimidade que por vezes me sinto um ET.

Recordo que, na minha época de faculdade que hoje parece jurássica aos olhos da tecnologia, falávamos muito em democratização da Comunicação Social. Hoje não é preciso. Os meios digitais são democráticos e todos tem acesso a publicação, edição, leitura.

Outra coisa bastante legal nessa completa mudança ao longo dessa década é a interação. Hoje o público contribui, auxilia e até produz a notícia. Me pergunto: como ficou aquelas teorias de controle das massas pela mídia nesse novo contexto?

O que eu quero dizer para vocês é que a comunicação mudou. Muita coisa mudou. E o que eu quero dizer a vocês é que para a obrigatoriedade do diploma de jornalista, precisamos rever de fato o que é a função do jornalista. Concordam?

Eu sou uma defensora do diploma, por acreditar que só o diploma poderá fortalecer e unir a categoria em busca de melhores salários e mais respeito.

Como exemplo eu uso a OAB. Não existe advogado sem diploma e nem sem a aprovação no exame da ordem. Com diploma e sem ordem temos apenas bacharéis que não podem exercer o papel de advogado. Vejo isso como a vitória da educação.

Gostaria muito de ver isso acontecer com o jornalismo. Porém, acredito que no atual cenário, é preciso rever o exercício da profissão antes de qualquer outra medida.  

14/02/17 10:56 | Atualizado em: 14/02/17 10:56

Ecobags: bonitas e ecologicamente corretas


Há alguns anos há uma grande tendência de reciclagem e sustentabilidade tomando conta do mercado da moda. Tenho certeza que já ouviram falar das camisetas e bonés cujo tecido é feito de garrafas pet ou dos tênis feitos com lixo recolhido do oceano.

São idéias sustentáveis que, mesmo inconscientemente, buscam trazer o mundo da moda para um cenário social e ambientalmente responsável. Além de corrigir a imagem de degradação que ficou graças aos famosos casacos e acessórios de pele de animal que por muitos anos foi tendência nas coleções outono - inverno.

Graças a essa necessidade de se reinventar e se reaproximar dessa nova ordem, várias idéias sustentáveis e ecológicas estão sendo muito bem aceitas pelos consumidores da moda. Um exemplo são as ecobags, que eu adorei.

Essas bolsas são feitas de banners inutilizados e lonas. Esse material é customizado e vira necessaries, frasqueiras, mochilas, estojos escolares, sacolas de compra. São vários produtos que reutilizam aquilo que geraria dejetos e que tem uma ótima durabilidade.

Na foto, estou com uma ecobag super simples. Mas é bem charmosa e resistente. Eu recomendo. 


10/02/17 10:51 | Atualizado em: 12/02/17 14:15

FAMÍLIA

Os riscos do mobile para crianças




Você acha um tablet, um smarthphone, um iphone, ipad, ipod ou qualquer outra tecnologia similar uma boa opção para ocupar seus filhos? Se respondeu sim, uma luz vermelha deve acender em sua casa e uma revisão nos seus valores educacionais deve ser feita. Psicólogos alertam para o número crescente de crianças com nomofobia - dependência devido ao uso excessivo de tecnologia – e que já sofreram cyberbullyng – termo utilizado para designar a hostilização e o assédio moral na rede.

 De acordo com dados do Comitê Gestor da Internet do Brasil, 82%, ou seja mais de oito em cada 10, das crianças e jovens brasileiros entre 9 e 17 anos são usuários de internet e costumam acessar a rede pelo celular todos ou quase todos os dias. O dispositivo móvel lidera os acessos. A estimativa é que cerca de 85% dos acessos sejam feitos por tablets, smartphones e afins.

Mas e aí? Onde está o perigo? De acordo com a psicóloga goiana Nathália Barp, a internet está deixando de ser vista como mera ferramenta, para ser um ambiente onde comportamentos infantis são externalizados e nem sempre se tem controle e dimensão das consequências dos mesmos. “Quadros de nomofobia, cyberbullying ,o vício em jogos eletrônicos, estão aumentando e interferem na formação psicossocial das crianças”, destaca ao revelar que a realidade do país está contribuindo para isso.

“ Há 15 anos utilizava-se no Brasil a internet discada, e era bem mais restrito em grande parte dos lares, hoje vemos grande parte das pessoas tendo acesso a rede por meio da telefonia móvel, e crianças que muitas das vezes não são alfabetizadas mas também utilizam. Seja por meio do youtube quando os pais colocam para ver desenhos, enviar figuras pelo whats app, entre outros”, pontua Barp.

A psicóloga destaca ainda que o uso excessivo pode impactar nas habilidades de relacionamento dessa criança, gerando isolamento, baixa tolerância a frustração dificuldades em esperar o tempo dos outros, traços de ansiedade, impacto no rendimento escolar, além de traços indicativo de quadros depressivos, entre outros transtornos.

Ao ser questionada sobre como os pais devem agir nesse cenário, Barp foi enfática em dizer que Pais, é importante que os pais se informem do ambiente tecnológico, dos gostos do filho. Ainda segundo ela é preciso que haja um trabalho através do diálogo sobre os riscos da virtualidade e que existe vida além do 4G e do wifi.

“Comportamentos costumam ter mais efeito do que somente palavras, dessa maneira é interessante estabelecer regras no uso da internet e do smartphone para as crianças, explicando dos benefícios e dos riscos”, disse Barp enfatizando que os pais devem dar o exemplo para os filhos. “A palavra sem ação, não costuma ter muita eficácia, podendo inclusive interferir na forma que a criança lhe vê”, finaliza psicóloga convidando os pais a também deixarem o ambiente virtual de lado e buscando a ter uma relação mais próxima com os filhos.
 

19/01/17 10:00 | Atualizado em: 19/01/17 10:01

ANIMAL DE ESTIMAÇÂO

Porque criar um cachorro?



Primeira coluna é sempre difícil para escrever. Eu pelo menos acho. Fico pensando: “Será que os leitores vão gostar”, “Será que as pessoas vão ler? Me acompanhar”. Acredito que seja uma ansiedade comum né? Ou quem sabe é medo de aceitação. Por isso, fiquei super em dúvida sobre o que escrever nessa primeira coluna.

Estava aqui na sala de casa quando meu cachorrinho, O ollaf – que é um shith zu de nove mês apareceu pulando e enchendo o lar de alegria. Decidi dar uma sugestão, que recebi há seis meses, e que mudou minha vida. Crie um cachorro.

Pode parecer estranha essa dica, mas é uma verdade e uma sugestão pontuada por alguns especialistas. Porque criar um cachorro? São vários os motivos e vou pontuá-los agora.

1. Você terá uma companhia constante. Quem tem um animalzinho de estimação sabe que ele não te deixa sozinho, enche a casa de alegria e tudo dia tem uma façanha e uma história nova para contar.

2. O cachorro faz bem pro coração. É sério! Estudos apontam que pessoas com problemas cardíacos vivem mais tempo quando tem um animal de estimação.
3. Cachorros são ótimos antídotos contra o estresse. Não precisa nem explicar porque né?

4. Cães sabem quando você está triste. Se você tem um cachorro sabe que isso é verdade. O cão sente nossa tristeza, e quando estamos pra baixo ou chorando, eles vem, ficam do nosso lado, colocam a cabecinha no nosso corpo e consolam a gente, em silêncio, de um jeito que só quem tem cachorro sabe.

5. A maior fidelidade possível .Ele nunca irá te trair, nem mentir pra você e nunca irá te trocar por outra pessoa.

6. Amor incondicional.Não importa o que você faça ele sempre vai te amar, pois essa é a maior qualidade de um cachorro. Ele não te ama pela sua aparência e nem pelo dinheiro que você tem. Ele te ama pelo que você é, e percebe quando você está feliz ou triste, e tenta te animar. A única coisa que importa é que dividimos a vida com eles.

Se você ainda não tem um cachorrinho, experimente conversar com seus amigos que tem um. Tenho certeza que eles irão falar exatamente isso a vocês.

Até a próxima coluna!

P.S: Estou nas redes sociais, é óbvio! Se quiserem me procurar, no insta e no twitter estou como @fcappellesso.