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COMPORTAMENTO

Por Lunna Dias Psicóloga e Coach

Coluna

29/03/20 21:38 | Atualizado em: 29/03/20 21:38

O que fazer nesse STOP?




O que fazer nesse STOP?
 Com certeza, você viu várias fotos como essa essa semana. Fomos obrigados a parar e por mais que muitos de nós já tenha declarado alguma vez na vida que sonhava ter vários dias sem fazer nada, jamais esperava que fosse dessa forma. E aí eu me pergunto, a enxurrada de fotos desse momento lindo só pôde ser tão admirada porque estávamos em modo Quarentena? A saber…
 Vamos sair mais fortes e cheios de aprendizados desse momento. Às vezes parece difícil acreditar, pois o momento é de pura incerteza. E hoje eu vim aqui para dizer apenas uma coisa para você: cuide de você e da sua vida emocional, fique bem! Eu vou te explicar como e as vantagens disso.
 Inteligência emocional é a capacidade de controlar suas emoções, se sentir satisfeito e eficiente em sua própria vida dominando hábitos mentais saudáveis. É um definição de Daniel Goleman em seu livro inteligência emocional. Lembre-se: emoções positivas regeneram e emoções negativas degeneram. Os nossos dias estão estranhos, mas o máximo que pudermos nos manter com emoções positivas ajudará a tornar os dias menos pesados. E nos fortalecerá para os desafios do retorno.
 Autoconsciência: Tenha consciência das suas emoções e porque está sentindo o que está sentindo, sem julgamentos. O que está fazendo você se sentir mal? Ler notícias demais ou até mesmo acreditar em fake news? Talvez seja aquele cavaleiro do apocalipse (é assim que chamo aqueles que só trazem más notícias) que insiste em dizer que tudo vai piorar? Identifique!
 Autocontrole: Imagina se tivermos que ficar mais 3 meses nessa situação? Não vai ser legal passar 3 meses em angústia extrema, dificuldade para dormir e etc. O que você pode fazer para controlar essas emoções negativas? Exercícios físicos, meditação, oração, leituras, respiração etc? Faça aquilo que te fará se sentir bem. Mude seus pensamentos e assim você consegue mudar seus sentimentos.
 Motivação: Mesmo aqueles que estão em regime de home office ainda estão com tempo livre. Aproveite para fazer aquilo que há tempos você queria fazer e não conseguia. Pode ser aquele livro, aquele curso, arrumar a gaveta ou aprender uma receita. Pode ser também dormir sem hora para acordar, não se julgue. Equilibre seus dias em uma rotina de produtividade, mas também de descanso. Não se cobre tanto!
 Empatia ou consciência social: Como sempre no Brasil temos o sistema de polarização da opinião de forma ferrenha. Ou você é a favor da Quarentena ou você é contra, até aí tudo bem, mas assisto pessoas querendo controlar e até mudar a opinião dos outros que não pensam da mesma forma. Você sabia que a Quarentena vai quebrar negócios? Então entenda porque aquela pessoa quer de todas as formas que isso acabe logo. Você sabia que tem pessoas apavoradas, pois tem pais idosos em casa? Mesmo que você não concorde cada um pensa de uma forma (e faz o que quer também) e você vai ser muito chato se tiver tentando convencer alguém a mudar o que ela pensa sobre isso.
 Habilidade de gerenciar relacionamentos: Essa semana cheguei a conclusão que estamos “carentes”. Somos seres sociais e a falta de convivência está mexendo com todos nós. Eu recebi vídeos de respostas no Whatsapp, ao invés, de responder em texto, áudio, recebi vídeos. As pessoas querem se conectar. Aproveite novamente esse tempo. Faça chamadas de vídeos para aqueles que você não vê há tempos. Não perca o contato, não queira ficar isolado mesmo, temos a tecnologia a nosso favor.
 A regra é fique bem! O que você precisa fazer para se sentir assim? Faça!
 Isso também passará!



15/03/20 13:25 | Atualizado em: 16/03/20 08:48

COMPORTAMENTO

A maneira que você faz uma coisa, é a maneira que você faz todas as coisas



 

 Sempre gostei dessa frase e a utilizo quando alguém diz que não fez algo porquê não estava “ganhando nada” etc etc. Essa semana lembrei dela devido a quantidade de notícias falsas e alarmantes que aparecem. E aproveito para trazer duas questões:
-A maneira como você costuma ter acesso a informações;
-A maneira que você se comporta quando as coisas não vão “tão bem”.
 Vivemos uma época em que temos acesso a qualquer informação na palma da mão. Temos mais acesso a informação do que o Governo dos EUA tinha em 1990. Mas nem por isso nos tornamos mais espertos. Recebemos informações e não conferimos as fontes, não checamos em outros meios. Vi muitas pessoas essa semana espalhando coisas que sequer sabiam ser verdadeiras e isso é assustador. Há pessoas em pânico pela simples falta de informação verdadeira. Não importa quem esteja falando dê uma “Googlada” pra ver quem mais falou a respeito. ok?
 Eu fiz isso e cheguei a conclusão que não havia motivos para tanto pânico, apesar de que SIM devemos tomar muitos cuidados. Mas eu também vi pessoas querendo deixar de fazer coisas que nada tinham a ver com o fato em questão, simplesmente porque gostam de deixar de fazer coisas por qualquer desculpa que apareça. Todas as pessoas tem dias bons e dias ruins e ninguém aqui tem 5 anos de idade para fazer somente as coisas que quer e no dia que quer. Cadê o compromisso?
 Volto na frase. Você não vai ganhar dinheiro e faz mal feito? Desculpe, mas acredito que você fará mal feito se for pago também. Você não faz melhor porquê ganha pouco, desculpe mas acredito que você fará mal feito quando ganhar mais também. Você não fez bem feito porque está cansado, desculpe mas não creio que você fará melhor quando estiver descansado. Desculpe, mas só acho que você usa desculpas para não fazer. E aí depois você não entende porque não atinge os objetivos que gostaria路‍♀️.
 Você precisa de consistência. Consistência é firmeza e continuidade. Nenhum profissional ou negócio vai pra frente sem isso. Você não pode fazer de um jeito em um dia e de outro jeito outro dia. Suas ações precisam ser as mesmas independente do dia, da semana, do que estiver acontecendo. Imagina você chegar na padaria e não ter pão, porque o padeiro decidiu que não era um dia bom? Você vai sair de lá achando um absurdo. As pessoas acharão o mesmo de você se usar desculpas por não ter feito algo. Simples assim.
 As pessoas buscam sucesso, querem sucesso, mas não entendem que sucesso é a soma de pequena ações repetidas com consistência. Você não vai ter sucesso fazendo dia sim outro talvez. Mas mais importante é que você faça todas as coisas da melhor maneira que você puder. Os resultados serão infinitamente maiores.
Nos dias bons motivação, nos dias ruins DISCIPLINA.

Sucesso a todos.
 

08/03/20 15:56 | Atualizado em: 08/03/20 15:56

Vai mulher!






 Hoje é nosso dia. É temos um dia e talvez um dos poucos dias do ano em que temos tanta visibilidade. Mas fico feliz de que isso está mudando. As mulheres estão se unindo mais, criando comunidades e rede de apoio. E aí você deve se perguntar, mas para que isso? Te explico: mulheres que chegam lá precisam puxar as outras. Sim. Carolina de Assis Barros, a Terceira mulher a ser Diretora do Banco Central em 50 anos de existência da casa, disse isso, pois a maioria dos homens sempre indicarão/preferirão outros homens.

 Ser mulher ainda não é fácil, apesar de que já temos diversas conquistas para comemorar. Estamos conquistando nosso espaço, mostrando nossas características para liderar e provando com sangue, suor e lágrimas do que somos capazes. E esse é mais um ponto. Precisamos nos provar o tempo todo, só pelo simples fato de sermos mulheres. Se você observar bem, isso não acontece com os homens. Eles improvisam, se promovem e está tudo bem. Nós não devemos ser protagonistas, mas sim coadjuvantes.

 Todas as dificuldades não servem para nos desmotivar e nos fazer desistir, pelo contrário, as mulheres estão cada vez mais fortes. Estamos na capa da Forbes, estamos liderando empresas, estamos empreendendo, estamos no Agro, estamos, na verdade, onde quisermos. E estamos querendo muito.
 E o artigo de hoje quero quebrar o protocolo e pedir uma coisa:

1- Se você é mulher e está lendo esse artigo: peço que tenha e demonstre empatia pelas outras mulheres. É quase um apelo. Se você tiver a oportunidade de contratar algum serviço procure mulheres para fazer. Sabe por que elas estão empreendendo? Para ter liberdade (não só financeira), para se sentirem realizadas e para fazer diferença no mundo (não só no delas, mas na dos filhos também, além de, às vezes, ser uma forma de se livrar de relacionamentos abusivos). Pense nisso!

2-Se você é homem e está lendo esse artigo: Se tiver uma mulher oferecendo seus produtos ou serviços não diminua o valor só pelo fato dela ser mulher. Ela só quer a liberdade financeira dela. Ela poderia ser sua esposa, filha ou mãe. As mulheres estão preparadas sim, principalmente por termos que nos provar acabamos nos preparando a exaustão. Dê esse voto de confiança.
 Desejo que em breve não tenhamos um dia, mas todos os dias de igualdade, respeito e oportunidades. E começa com a gente: Vai mulher!


01/03/20 00:11 | Atualizado em: 01/03/20 00:11

COMPORTAMENTO

Você é feliz?




 Creio que você me responderá que sim e em seguida colocará um “mas…”’. Desde que comecei a estudar sobre a felicidade não encontrei um autor que confirma e comprova com pesquisas que só o sucesso traz felicidade, ao contrário, a maior parte das pesquisas comprova que felicidade é que traz o sucesso e que as coisas simples da vida trazem mais bem estar.
Um dos autores que estudei foi Martin Seligman, diretor do Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, ele descreveu a “formação” da felicidade em 5 pilares no modelo PERMA. Me identifiquei muito com o modelo que para mim realmente mostra aquilo que buscamos e que, consequentemente, nos traz felicidade.

Positive emotions (Emoções positivas): é paz, prazer, gratidão, satisfação, esperança, amor, etc. Precisamos de emoções positivas para nos sentirmos felizes e é com elas que passamos melhor pelos momentos de problemas e dificuldades.
Como você cultiva emoções positivas na sua rotina? Como você neutraliza ou resolve as emoções negativas que surgem?
Engagement (Engajamento): estar envolvido em algo e 100% presente é um desafio na nossa época tão conectada. Mas o engajamento em uma atividade em que nos sentimos em Flow (energia), sem ver a hora passar nos traz felicidade e prazer.
Em quais atividades você sente flow no seu trabalho? Quantos por cento do dia você sente flow?
Relationship (Relacionamento): mas não é qualquer relacionamento, mas sim os relacionamentos positivos. Precisamos nos relacionar, pois somos seres sociais e relacionamentos significativos também trazem bem estar e felicidade.
Como você mantem relacionamentos positivos? Como você atrai novos relacionamentos positivos?
Meaning (Significado/propósito): precisamos de um significado para as coisas, mas não um significado determinado por alguém e, sim, o significado que faça sentido para nós. O sentimento de que faz sentido traz bem estar e felicidade.
Qual o propósito do seu trabalho? Qual o significado da minha existência aqui agora?
Accomplishment (Realização): saber que conseguimos realizar algo também gera bem estar e felicidade. A nossa auto estima aumenta quando atingimos metas e objetivos.
O que você tem feito para conseguir realizações? Quais foram suas últimas realizações?

Faça sua análise e apare as arestas. A felicidade não é um objetivo em si, mas um caminho cheio de coisas boas em direção ao que buscamos.
Seja feliz!
 

24/02/20 10:21 | Atualizado em: 27/02/20 09:18

COMPORTAMENTO (LUNNA DIAS)

Ou o emprego te muda ou tu mudas de emprego







Quando se chega na vida adulta é inevitável a necessidade da maioria das pessoas de precisar trabalhar. Tudo começa com a necessidade de bancar despesas pessoais, sustentos, estudos e etc. Entretanto a medida que a carreira vai evoluindo, o profissional vai tendo outros desejos e necessidades e até outras possibilidades de escolha. Passamos das necessidades básicas da base da pirâmide de Maslow para a realização pessoal. O trabalho é muito mais que um “pagador de boletos” se torna uma importante ferramenta de transformação da vida como um todo. Bom, o ideal é que seja assim, apesar de que a maioria da população brasileira como sabemos mal sai da condição de suprir as necessidades básicas.
O ponto que quero trazer é daqueles que estão em um emprego e já não gostam de estar há bastante tempo, ou seja, não estão tendo realização pessoal. As atividades realizadas não representam desafios ou o clima entre os colegas não é legal ou a relação com o chefe é tensa ou você não acredita no negócio ou você não ganha como gostaria e mais mil possibilidades. Na mesma proporção que conheço pessoas passando por isso, conheço pessoas que não estão fazendo NADA, absolutamente nada para mudar esta situação.
O movimento obviamente, não é fácil, mas também não é impossível. Então se o trabalho não muda você, chegou a hora de você mudar de emprego. Vou colocar aqui alguns passos que você pode seguir para que a mudança alcance o resultado esperado:

1. Não vamos chutar o balde também, não é mesmo? Vamos começar analisando seu emprego atual. O problema que existe tem solução? Uma conversa sua bem franca com seu gestor resolveria ou amenizaria o problema? Se sim, procure fazer isso antes de qualquer coisa.
2. Beleza! Constatado que não tem jeito e o jeito é mudar de emprego vamos ao primeiro passo: currículo. Você tem um? Está atualizado? Vamos torná-lo atraente agora.
3. Quais as empresas que poderiam te contratar de acordo com o que você faz? Faça uma lista e procure contatos em cada uma delas para começar a se apresentar.
4. Continue fazendo seu trabalho com excelência onde está, não é profissional agir de outra forma.
5. Não é um passo, mas acredito ser importante destacar que a sua vida financeira deve estar de organizada para segura (reservas emergenciais) para o caso de algo dar errado nessa transição. Existe uma diferença muito grande entre procurar um emprego para se realizar e procurar um emprego para sair das dívidas, sua capacidade de análise ficará prejudicada.
A vida é muito curta para ficar em um emprego que não está feliz (lembre-se que você fica maior parte do seu dia lá). Então levanta da cadeira, sacode a poeira e vai agora viver a vida que sempre sonhou. Está esperando o que?

Sucesso a todos.


16/02/20 18:38 | Atualizado em: 16/02/20 18:38

COMPORTAMENTO

Pessoas desenvolvidas não precisam sofrer para aprender: Entenda em 3 passos


Acordamos todos os dias e “vivemos” nossa vida. Nesse interim acontecem experiências boas e, outras, não tão boas assim. O fato é que aproveitamos as experiências boas e nem sempre analisamos as que não são tão boas. E então continuamos repetindo essas experiências em uma espiral negativa ou positiva dependendo do caso. O que é positivo se repete de forma tão aleatória quanto o que é negativo, pois não analisamos o padrão e também não fazemos mudanças e conclusões.

Como pessoa CONFORME que sou (Conforme é um dos perfis comportamentais do Disc e são aqueles que além de serem criteriosos, detalhistas são apegados a métodos) acredito que como a matemática e outras ciências exatas, também podemos aplicar um método aos comportamentos. Se deu certo no passado, podemos fazer dar certo no futuro.

Hoje quero falar especificamente dos problemas. Creio que em qualquer área da vida um problema só pode acontecer uma vez. Se ele surge igual e com frequência estamos deixando passar algo muito importante. É preciso analisar as causas para agir diretamente nelas. Não adianta contar com a sorte, pois se aconteceu uma vez pode acontecer de novo.

Eu particularmente não gosto de problemas (sei que ninguém gosta, mas ao invés de fugir deles eu os analiso bem para não passar por eles, é beeeeem diferente) e sou até excessivamente controladora em relação a isso, diriam meus amigos. Mas acredito que quando você é desenvolvido não precisa sofrer por algo para poder aprender. Aprende antes e encurta o caminho e, também, evita o sofrimento (obviamente que há contingências na vida que fogem ao nosso controle).

Na minha profissão acabo lidando com muitos problemas de outras pessoas e com isso pude chegar a 3 passos para analisar problemas e, quem sabe, evitar alguns sofrimentos. Vamos lá:



O que? Que problema essa pessoa está enfrentando? Pessoal, profissional, financeiro, amoroso? Esse problema faz parte de que área da vida? É de fato um problema ou apenas uma preocupação?
Por que? Por que essa pessoa está passando por este problema? Ela precisa passar por isso? Ela buscou ou até causou isso? Qual a razão deste problema existir?
Como? Aqui no como, além de chegar a forma como esse problema surgiu, podemos também chegar ao modo como ele pode ser resolvido.


Certamente os problemas não deixarão de existir para você se agir com os 3 passos acima citados, mas provavelmente as chances de se envolver em problemas diminuirão consideravelmente. Lembre-se: aprender com os próprios erros é aprendizado, aprender com os erros dos outros é sabedoria.



Sucesso a todos. 



08/02/20 21:23 | Atualizado em: 08/02/20 21:23

COMPORTAMENTO

Não faça a sua parte!




 Calma! Eu queria que você ficasse curioso e viesse até aqui para eu te dizer: Não faça APENAS a sua parte. Nos últimos dias vivi uma experiência que eu sabe que ia viver um dia, mas não esperava que fosse essa semana (casos de família rs). A questão é que quando você se relaciona com pessoas querendo ou não implicitamente existem regras nessa relação. O que é seu, o que é do outro, o que é sua responsabilidade e o que é de responsabilidade do outro. Eu sempre pensei que em uma relação é 50/50. O que quer que esteja acontecendo você tem metade da responsabilidade (ou da culpa se preferir chamar assim).

E eis que no acontecimento citado anteriormente eu já havia feito meus 50, no entanto a outra pessoa não fez os 50 dela. Recebi inúmeras recomendações “você fez sua parte” “Fez o que deveria ter feito”, mas algo em mim me dizia que não era suficiente. Eu lembrei então, que eu gosto de fazer um pouco mais que a minha parte e essa ação durou apenas 15 minutos. Esse ato impactou 2 vidas além da minha. Eu já falei aqui e falo muito disso na vida, mas as minhas memórias na velhice são o meu guia para as ações de hoje. Eu fiz tudo (e mais um pouco) que eu deveria ter feito, se não deu certo acontece, paciência! Mas o “e se” jamais fará parte da minha vida. Eu esgotei as minhas possibilidades, posso dormir em paz.


Desculpa o desabafo, mas o impacto que a minha ação “extra” teve me causou inúmeras reflexões e por isso estou aqui falando sobre isso. Já pensou se você fizesse aquele pouquinho a mais que já não é mais sua responsabilidade? Aquela tarefa extra? Aquele passo extra? Aquela ligação extra? Às vezes o sucesso que ainda não atingimos na vida está naqueles 15 minutos “extras” e que já não são mais nossa responsabilidade. Não estou falando nada de novo, isso se chama Accountability, uma palavra que não tem uma tradução tão boa quanto seu sentido. Accountability vai além da responsabilidade, quer dizer pegar para si a responsabilidade e gerar respostas com resultados. É aquele sentimento de dono “da parada”, é não colocar a culpa em ninguém. 

 Eu te convido a um exercício: 
1.Você tem alguma situação para resolver hoje (chame de problema se preferir)? 
2.Você já fez TUDO que poderia ter feito para resolve-la? 
3.Se não fez, defina o que precisa ser feito por VOCÊ para buscar a solução.
4.Faça!
5.Me conta o resultado (lunnadias@smartgroupbrasil.com).
 Lembre-se “Você é o único responsável pelo seu destino! O que está fazendo para que ele seja incrível?”
Liderança é hábito!

Sucesso a todos. 


01/02/20 22:58 | Atualizado em: 01/02/20 22:58

COMORTAMENTO

MPF recorre contra altos índices de cesárias no país


Na última terça-feira (28), o Ministério Público Federal (MPF) recorreu contra decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) que suspendeu cumprimento de sentença que obrigava a Agência Nacional de Saúde (ANS) a uma série de providências para resolver o problema dos altos índices de cesárias no país, procedimento extremamente mais arriscado para a vida da mãe e do bebê, se realizado sem indicação de necessidade. O recurso, um agravo interno, foi interposto pelo procurador regional da República Sérgio Lauria Ferreira.
O caso é um desdobramento de Ação Civil Pública proposta pelo MPF em 2010, que pediu a regulamentação dos serviços obstétricos realizados por consultórios médicos e hospitais privados no país, onde a taxa de partos cesarianas se aproxima dos 80%. Em 2015, a justiça federal de primeiro grau acolheu o pedido, estipulando, entre outras medidas, que a remuneração do parto normal seja, no mínimo, três vezes superior ao da cesárea, como forma de estimular a rede privada de saúde. A ANS entrou com um recurso contra a sentença e o processo atualmente tramita no TRF3, que realizou audiências públicas, com a presença de mães e de vários profissionais e representantes entidades de saúde, além médicos obstetras renomados, para debater o tema. Passados anos da decisão judicial, a ANS vem descumprindo seus termos.
Diante disso, a procuradora da República Ana Carolina Previtalli Nascimento propôs ação de cumprimento provisório de sentença, que foi acolhida pelo juiz federal Victorio Giuzio Neto em outubro do ano passado. Entre outras providências, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 10 mil, a decisão determinou à ANS a criação de índices de qualidade a serem seguidos por hospitais e operadoras de planos de saúde, visando a redução do número de cesárias no país. Foi determinado ainda que se promova o credenciamento de enfermeiras obstétricas e obstetrizes, junto aos mesmos hospitais e planos de saúde, para o acompanhamento das mães em todas as fases da gestação, inclusive com realização de consultas, bem como o trabalho de parto, devendo esta medida ser acompanhada por um programa de monitoramento a ser criado pelo órgão.
No recuso, o MPF defende que a suspensão não se justifica sob nenhum aspecto, vez que há mais de quatro anos a sentença vem sendo descumprida pela Agência, só fazendo agravar o quadro de cesárias indiscriminadas no país. Observa ainda que as audiências públicas, ao contrário de infirmar, só atestaram a pertinência das medidas contidas na sentença, que visa a atacar o problema, através de meios comprovadamente eficazes, como a criação de índices de qualidade; e garantir que o parto normal se torne uma regra e não exceção nos hospitais, com a participação de profissionais, reconhecidamente mais habilitados para isso: as enfermeiras obstétricas e obstetrizes, cujo trabalho é fundamental para a própria humanização do parto.
A tentativa da ANS de utilizar-se do projeto do “Parto Adequado”, como forma de substituição de suas obrigações impostas na sentença, é vista pelo procurador como uma manobra diversiva do órgão. Isso porque falta ao projeto o caráter de obrigatoriedade, consistência e abrangência, que o problema reclama. Esse fato pode ser atestado pelo próprio Hospital Albert Einstein, que já o executa, além de constituir a iniciativa, mais uma forma de legitimar a reserva de mercado que hoje privilegia os partos cesárias no país. Ao final, atenta o procurador para a urgência e necessidade de intervenção firme do poder judiciário, no sentido de pôr fim à absoluta negligência da ANS, para com a resolução de um problema de alta sensibilidade e dramaticidade social, como o das cesárias indiscriminadas, que expõe vidas em nome de interesses, por isso mesmo, vazios de significado.



31/01/20 08:17 | Atualizado em: 31/01/20 08:17

COMPORTAMENTO

Por que buscamos a infelicidade?




í você vai me dizer “Mas Lunna, eu não busco a infelicidade”. É provável que você busque sim, mas talvez não saiba disso. Você busca a infelicidade sempre que faz coisas que não quer ou coisas que não tenham nada a ver com seu objetivo principal. O primeiro é bem mais fácil de identificar, já o segundo nem tanto.

Às vezes, não queremos fazer algo, mas por medo de dizer não, acabamos fazendo e nos comprometendo. A rede social e o advento da popularidade está deixando as pessoas cada vez mais desesperadas por agradar (querendo likes). Um sim para alguém quer dizer um não para você. Sabe aquele evento chato de família que quase sempre te faz voltar estressado? Pois é, você disse sim para isso e não para um dia de descanso, um dia com pessoas que te animam, um dia de tv, um dia de crochê, enfim o que quer que você queria fazer e que não fez para atender a demanda de alguém. Se isso não é buscar a infelicidade…

Às vezes, ficamos fazendo coisas completamente aleatórias e que nada contribuem com nosso objetivo principal. Nós nem chegamos ao ponto de questionar por quê fazemos, pois afinal “sempre foi assim”. Você não tem um objetivo principal? Pior ainda. Um dos pilares da felicidade (definido por Martin Seligman Psicólogo estudioso da felicidade e do otimismo) é o sentimento de realização. Sentimento de realização de um objetivo que faça sentido para você e não de atividades completamente aleatórias. Se isso não é buscar a infelicidade…

O fato é que não estamos felizes 100% do tempo, mas podemos buscar mais momentos felizes e sentir mais satisfação com o que estamos fazendo E SABENDO PORQUÊ ESTAMOS FAZENDO. Sugiro que leiam Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes que fala justamente sobre como vencer com o objetivo em mente.
Até aqui você provavelmente não sabia o que fazer para ser feliz, agora que sabe, faça um plano de ação para melhorias. Às vezes a felicidade entra por uma porta que não sabíamos ter deixado aberta.

Sucesso!
 

24/01/20 09:36 | Atualizado em: 24/01/20 14:01

COMPORTAMENTO

Cinco dicas para aumentar seus ganhos


 Independente de quanto você ganha tenho certeza que ganhar mais não seria um problema para você. Dinheiro não é tudo, mas facilita muito várias coisas que você queira fazer. O fato é que entre QUERER ganhar mais e de fato GANHAR mais existe uma lacuna que só os profissionais espertos conseguem preencher e assim alcançar o sucesso. Vou falar e sendo você empregado, autônomo ou dono de um negócio as dicas se aplicam da mesma forma.

1- Mostre seu diferencial. Se você é igual a manada, dificilmente, ganhará bem mais que ela. Você precisa se diferenciar. Se é colaborador mostre o que você fez na empresa após a sua contratação (resultados em números, por gentileza). Só de ter medidas de produtividade você já vai afirmando seu valor. Se é autônomo ou possui um negócio mostre seus diferenciais em relação à concorrência (sempre exaltando suas qualidades e jamais falando deles, ok). Que fique claro que qualidade e honestidade não são diferencias, são pré-requisitos, então encontre outros.

2-Inove. Se todo mundo faz com qualidade e faz no prazo, então faça diferente. Seja inovador, traga diferenciação. Não ofereça um produto, ofereça uma experiência memorável para seus clientes. Seja inesquecível, torne-se objeto de desejo. Se você é colaborador funciona da mesma forma. Sabe aquele processo “quadradão” que todo mundo diz “sempre foi assim”? Mostre um jeito mais rápido e prático de fazê-lo. Seus líderes vão amar.

3- Use todo o seu potencial. Você está fazendo o melhor que pode? Se não está comece agora. Michelangelo quando estava pintando a capela Sistina foi duramente criticado por colegas, pois fez mais do que as 12 imagens que foi contratado para fazer. Em determinado momento, ao questionarem que o canto onde ele estava pintando não seria visto por quase ninguém, ele respondeu: “Mas Deus está vendo!”. Sempre tem alguém vendo o trabalho que está sendo feito e o que não está sendo feito também.

4-Faça autoavaliações e peça feedbacks. Estar no mercado exige evolução constante e você precisa avaliar se está fazendo este caminho. Se é colaborador peça feedbacks constantes para seu líder, pois só alguém que está realmente buscando evoluir faz isso. E se tiver um negócio peça feedbacks dos seus clientes, pois o negócio é feito pra eles e só eles podem dizer se estão satisfeitos ou não.

5- Se desafie. Querer ganhar mais fazendo a mesma coisa, é LOUCURA. E sinto muito dizer que é provável que você não consiga. Saia da sua zona de conforto. Faça coisas que não costuma fazer. Não espere ninguém pedir ou sugerir, faça. Faça algo que as pessoas achem tão bom que elas chamarão outras pessoas para verem você fazer e, consequentemente, você ganhará mais. Foi assim com Walt Disney.

Todos nós nascemos com potencial infinito para evoluir. Muitos de nós ainda não estamos utilizando esse potencial. Só depende de você começar agora e mudar sua realidade.
Viva a vida que sempre sonhou.
Sucesso!

17/01/20 17:34 | Atualizado em: 17/01/20 17:29

COMPORTAMENTO

Qual método você utiliza para tomar decisões?




Vai me dizer que você nem toma decisões? Devo lhe informar que mesmo se “esquivando” você, toma sim, decisões, mesmo que seja a decisão de não tomar decisões. Talvez você acredite que assim esteja seguro, mas após eu lhe apresentar o método de tomada de decisões é provável que você mude de ideia.
 Quando escolhemos algo, por conseguinte, acabamos deixando de escolher outras tantas coisas. Eu imagino que, por isso, muitas pessoas preferem evitar essa “fadiga”. São tantas opções, tanto jeitos de seguir a vida e, às vezes, deixá-la nos levar pode parecer mais viável e fácil. Concordo que não é fácil tomar decisões, justamente por não termos certeza se o próximo passo será melhor ou, às vezes, pior do que onde estamos.
 Mas vamos lá! Recentemente conheci Suzy Welch, escritora e Jornalista. Ela escreveu o livro 10-10-10: Hoje, amanhã e depois onde fala desse método que considero fantástico para tomada de decisões: a regra do 10/10/10. Funciona assim: está cansado do seu emprego, não se sente mais motivado e quer pedir demissão. Como você visualiza seu futuro em 10 dias? em 10 meses? E em 10 anos? Não é nada mais nada menos do que medir a decisão a curto, médio e longo prazo. Nos primeiros 10 dias ainda vai parecer estranho e você ainda estará inseguro com a decisão tomada. Em 10 meses, provavelmente, estará recolocado e cheio de energia. E em 10 anos estará completamente envolvido em novas coisas. Agora imagina se decidir continuar no emprego, daqui 10 dias você continuará desmotivado. Daqui 10 meses nem se fala. E em 10 anos terá perdido 10 anos da sua vida em algo que não é feliz. Acrescento ao método da Suzy, o método de somar a idade. Daqui a 10 anos estarei com 45 anos, mas de jeito nenhum eu vou me permitir viver uma vida medíocre até lá e se eu resolver começar algo só daqui 10 anos terei perdido 10 anos incríveis que eu poderia ter feito algo muito melhor. Agora imagina esse método com casamentos, amizades, adquirindo bens, guardando dinheiro, fazendo uma viagem e por aí vai.
 Não sei se você percebeu, mas imaginei um cenário positivo para o futuro. Mas pode ser que esses próximos dias, meses e anos não venham ser tão positivos assim, mas uma coisa é certa: você abandonou um caminho (emprego, relacionamento, whatever) que já não te fazia mais feliz. Resta agora encontrar esse novo caminho.
 Decisões não são fáceis de serem tomadas, mas são necessárias para desenharmos um futuro diferente. Você quer um futuro diferente? Tome decisões.

Sucesso!



 

10/01/20 10:37 | Atualizado em: 10/01/20 10:37

COMPORTAMENTO

Você tem medo de receber críticas? Saiba como superar este medo.


Não se preocupe! Esse é um medo normal do ser humano, segundo uma pesquisa feita por Napoleon Hill, e está junto do medo da pobreza e do medo da morte. Mas por que esse medo de críticas? Primeiramente, o ser humano como ser social tem necessidade de ser aceito e a crítica dá uma abalada nesse projeto, pois se estou sendo criticado não estou “agradando”. Em segundo lugar, receber uma crítica significa que fomos julgados e acabamos confundindo com a auto estima, sendo que é apenas uma opinião. Abala nossa segurança.
 Agora você já se perguntou por que as pessoas criticam? As críticas podem ser de 3 tipos:
-Das pessoas que te amam e querem te ajudar;
-Das pessoas que não te amam, mas querem te ajudar;
-Das pessoas que não te amam e se incomodaram com você;
Sobre as pessoas que nos amam e que só querem ajudar, às vezes elas ajudam mesmo e, em outras, podem acabar fazendo de uma forma que não é legal. Mas entenda, o modo talvez não foi o mais adequado, mas ela tinha as melhores intenções. Outras vezes a pessoa não necessariamente te ama, mas se importa com você e através do conhecimento que ela tem quer contribuir (geralmente é uma pessoa que está fazendo num nível acima, como um mentor). Já a crítica agressiva, geralmente vem de alguém que se incomodou com algo que você fez e, que provavelmente, ela não faz. Pessoas boas e desenvolvidas não param suas vidas para falar coisas negativas para alguém assim só para deixar mal, lembre-se sempre disso.
Você recebeu uma crítica e analisou que ela veio de uma fonte segura, então vamos analisar a crítica. Pegue dela o que de melhor você pode aproveitar. Isso mesmo! Se ela veio com palavras não tão doces faça você mesmo a tradução. O que você pode aproveitar dessa crítica? Qual a verdade ela traz em si? Que melhorias você pode promover com ela? E lembre-se é só uma opinião, não significa que você é um ser humano sem valor. Tenha sua auto estima positiva e não caia por isso.
Na mesma pesquisa do Napoleon Hill, que citei acima, ele descobriu que 95% das pessoas eram fracassadas em suas vidas (entenda-se como fracasso não ter um objetivo principal) ou seja tinham vidas mornas. Você gosta de café morno? E água morna você bebe? Não e ninguém gosta. Naturalmente se você começa a ser “quente” vai incomodar aqueles que não são, não conseguem e, às vezes, não querem ser quentes (e também não querem que você seja). Se está recebendo críticas é sinal que você está fazendo mais, fazendo diferente e fazendo a diferença nesse mundo.
Como já falei aqui anteriormente, quanto mais você se conhece mais você tem autoconfiança e com esse depósito em dia, criticas serão apenas opiniões, consultoria grátis ou descarrego de um ser humano que precisa de amor, pois está passando por uma jornada difícil .
Você não é mais, você não é menos, você é único!

Sucesso.
 

06/01/20 10:56 | Atualizado em: 06/01/20 10:56

COMPORTAMENTO

Pare de procrastinar! Agora!





 Se você ver essa placa na rua quando estiver dirigindo, o que faz? Para, não é? Você não é nem louco de seguir adiante. Por isso coloquei ela aqui que é para você simplesmente parar de procrastinar ao final desse artigo. Obrigada!

 Primeiro vamos entender o que é procrastinar: É deixar para depois, para o outro dia e, em alguns casos, nunca fazer. Pessoas assim se sentem frustradas, quando não estão sendo consideradas irresponsáveis. Gravíssimo na minha opinião para uma vida plena e feliz, pois compromete diversas áreas da vida. Agora, por que as pessoas procrastinam? Existem diversos fatores, mas o principal, na minha opinião de profissional da psicologia, é que geralmente as pessoas procrastinam tarefas de complexa execução (e consequentemente geram mais impacto positivo na nossa vida) por elas justamente exigirem saída da zona de conforto. E como já falei aqui anteriormente, é melhor sofrer com o que é familiar do que com algo novo. A pessoa vai adiando a atividade para o momento ideal, que nunca chega, ou menospreza a atividade, acreditando que conseguirá faze-la no tempo limite. Dai ou a pessoa não faz, e fica como irresponsável, ou faz mal feito, e fica como incompetente. Ou nunca faz e aí nem quero explicar as consequências. E aqui abro um adendo para as atividades que não estão ligadas as outras pessoas, mas à própria saúde física e psicológica. Procrastinar atividades físicas, aquele check up médico, aquela cirurgia, a visita ao psicólogo, a conversa difícil com o companheiro e por aí vai.
 E como faz para parar de procrastinar? Só tem um jeito que se chama Vai lá e faz! Mas vou te ajudar um pouco mais. Se é uma atividade que diz respeito somente a você comece se perguntando por que ela é importante? Usando o exemplo de exercícios físicos, é importante para a saúde, energia, preparo e etc. O que você ganha se começar a fazer? Saúde, energia, disposição. E o que você perde? (Sim, tudo tem ganhos e perdas) perde o tempo de ficar no celular, em frente a tv, etc. Daqui 10 anos qual das duas atividades terá lhe trazido maiores benefícios? E aí não tem mais jeito, você precisará ser um pouco mais duro com você mesmo. Adie suas recompensas, pense como será o sentimento de fracasso. Aguenta só mais um pouquinho até virar hábito e lembre-se sempre do propósito daquela atividade na sua vida. Vou compartilhar com vocês o meu método “duro” para não procrastinar. Não sorria! Sou do interior do Tocantins e lá as pessoas pegam suas cadeiras de fibra e sentam na porta ao final do dia. Eu percebia que as pessoas mais velhas, já aposentadas, sentavam na porta por mais tempo. E eu ficava imaginando quanto tempo elas tinham para pensar. Paralelo a isso eu li uma reportagem sobre pessoas em estado terminal (a beira da morte mesmo) e qual era o maior arrependimento delas: das coisas que NÃO TINHAM FEITO. Elas não estavam arrependidas por terem feito coisas, elas estavam arrependidas pelo QUE NÃO TINHAM FEITO. Na hora me lembrei daqueles idosos sentados na porta lá na minha cidade. CARACA! Eles têm praticamente o dia todo, todo dia para pensarem e se tiverem arrependimentos? Ferrou! Não quero isso para minha vida. E assim sempre que estou com medo ou com preguiça de algo me lembro que na velhice eu só quero ter boas memórias e, então, trabalho para isso. Quero que as minhas memórias na velhice sejam satisfatórias. 
 Sobre as atividades que você presta conta a outras pessoas continua no mesmo esquema. Faça! Comece pelo que é mais difícil, pois quem procrastina sabe que se começa respondendo mensagens, checando as redes sociais, arrumando a mesa, tudo que é mais fácil e que não ajuda em nada no objetivo principal.
 Para mim a vida é uma coleção de memórias com a grande vantagem que podemos escolher e desenhar as nossas próprias. Colecione boas memórias também! Primeiro o mais importante.

Sucesso!

Dúvidas e sugestões lunnadias@smartgroubrasil.com

Lunna Dias é Psicóloga, Coach atuando principalmente com desenvolvimento de Líderes, Cultura Organizacional e Comunicação. Possui MBA em Gestão de Pessoas, Especialização em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas. Além de formações como Analista DISC, Cargos e Salários, Inner Game, Gestão de equipes de Alta Performance e Certificação Internacional para transformar Educação em Resultados para o negócio. Empreendedora com a Smart Group Brasil - Escola de Desenvolvimento Profissional. Já escreveu 1 livro, 1 Pitchbook e 4 e-books sobre carreira, liderança, atendimento e vendas. Atualmente é aspirante a youtuber com o canal Lunna Dias Mais. Tem 13 anos de experiência atendendo empresas no Tocantins, Goiás e Pará.



28/12/19 06:40 | Atualizado em: 28/12/19 06:40

COMPORTAMENTO

Se você não se suporta, quem conseguirá fazê-lo?




O modo com que você se relaciona consigo mesmo é o mesmo modo com que você vai se relacionar com os outros. Vivemos em uma era em que as pessoas vivem hiper conectadas, rodeada de pessoas e fugindo a qualquer custo de ficarem sozinhas, mesmo que isso implique companhias de qualidade duvidosa. Com certeza você ja viu alguém sozinho em um restaurante e pensou: “coitadinho, não tem ninguém para jantar com ele” ou você mesmo já desistiu de ir a algum lugar por não ter companhia. A nossa sociedade, de certa forma, estigmatiza (eu poderia dizer abomina) a solidão. E não falo aqui de ser solitário, mas sim de ter momentos de paz, com ausência de pessoas e de conversas consigo mesmo.
Toda esse minha reflexão vem de duas semanas aqui na Dinamarca, ao mesmo tempo, que conclui o livro O dilema do Porco Espinho: como encarar a solidão do Leandro Karnal. Aqui na Dinamarca as pessoas tem um conceito muito legal, o Hygge (palavra de difícil tradução para nossa língua) que significa algo acolhedor. Hygge é aquele momento em que eles “relaxam” em casa tomando chá ou vinho, em volta da lareira com um livro ou amigos. É um momento consigo mesmo para se curtir. Conheci várias pessoas aqui que moram completamente sozinhas e TÁ TUDO BEM. Elas possuem seus momentos de interação social, mas possuem uma rotina de afazeres com coisas que elas gostam de fazer sozinhas. Elas vão a um café sozinhas, jantam sozinhas, passeiam no parque sozinhas e se divertem. Não tem esse nosso estigma de estar sempre rodeado. Bom, essa experiência que estou vivendo mais a leitura do livro do Karnal (que inclusive deu título a este artigo) me fez chegar a seguinte conclusão: se você não gosta de ficar sozinho, também não gostará de ficar no meio de pessoas e, quase, posso apostar que você não será uma boa companhia.
É praticamente impossível se ouvir no meio da multidão. Precisamos nos afastar dela para isso. A solução é: precisamos de pausas. E eu encontrei ao menos 3 benefícios dessas pausas, ideias novas, autoconhecimento e melhor relacionamento com o próximo. Agora vamos aos “comos”. Aqui na viagem desconectada de tudo e de todos eu acabei tendo ideia de um novo negócio para 2020. Tenho certeza absoluta que essa ideia não surgiria na correria do meu dia a dia, pois você trabalha e quase não tempo de parar e refletir. Acredito que é por isso que existem as férias, você passa alguns dias desconectado do que faz e acaba oxigenando novas ideias. Para você “se ouvir” precisa estar sozinho e essa escuta que você faz de si mesmo te traz inúmeras reflexões, conclusões e até arrependimentos e decisões. Se você sabe se ouvir, consequentemente saberá ouvir as outras pessoas e assim, se relacionar melhor com elas. Você já ouviu isso, mas não nascemos com 2 ouvidos e uma boca em vão. Ouvir o outro é o que faz com que os relacionamentos fluam.
Se você se suporta a ponto de ir jantar com você mesmo, haverão muitas pessoas interessadas em fazer o mesmo. Estar sozinho em alguns momentos não quer dizer que você é solitário, quer dizer que você está tão bem que é capaz de conviver com isso sem se configurar um problema.
Fundamental é mesmo o amor próprio é possível ser feliz sozinho.

Sucesso a todos!

Dúvidas e sugestões lunnadias@smartgroubrasil.com

Lunna Dias é Psicóloga, Coach atuando principalmente com desenvolvimento de Líderes, Cultura Organizacional e Comunicação. Possui MBA em Gestão de Pessoas, Especialização em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas. Além de formações como Analista DISC, Cargos e Salários, Inner Game, Gestão de equipes de Alta Performance e Certificação Internacional para transformar Educação em Resultados para o negócio. Empreendedora com a Smart Group Brasil - Escola de Desenvolvimento Profissional. Já escreveu 1 livro, 1 Pitchbook e 4 e-books sobre carreira, liderança, atendimento e vendas. Atualmente é aspirante a youtuber com o canal Lunna Dias Mais. Tem 13 anos de experiência atendendo empresas no Tocantins, Goiás e Pará.
 

21/12/19 07:09 | Atualizado em: 21/12/19 07:09

COMPORTAMENTO

Você é líder da sua própria vida? Use essas 5 técnicas


 Uma coisa que muitas pessoas gostam de fazer é falar mal dos chefes. Você sabe o porquê? Por duas razões, ou eles não estão fazendo o que deveriam fazer ou estão fazendo coisas que não deveriam fazer. É uma posição difícil, mas você já se perguntou, se você é o líder da sua própria vida? Se liderar é começar, influenciar e conduzir, você é o responsável pela condução de todos os passos em direção ao que quer? Ou é mais “deixa a vida me levar”? Se não está liderando a si mesmo, está fazendo muitas coisas que não deveria/queria/poderia e está deixando de fazer coisas que são realmente importantes.
 Identificado o problema, vamos as possíveis causas que te levaram a esse momento:
-Falta de autoconhecimento, daí você foi fazendo coisas simplesmente por fazer;
-Dificuldade em dizer não, chegando ao ponto de nem saber exatamente o que é seu e o que é do outro;
-Preguiça, decidir dá trabalho e você foi “terceirizando” as decisões da sua vida para outras pessoas;
-E mais outras coisas que você lembrou aí.
 Independente do momento em que você esteja: há solução e, vamos começar, agora a liderar essa vida através de 5 técnicas:

Motive-se! Não é dia sim, dia não, não é quando der, é TODO DIA. Ok, eu sei que não é fácil, mas também não é impossível. Estar motivado sempre faz com que você enfrente as situações com mais leveza e resiliência. O que você quer para sua vida? Aquele curso que nunca concluiu, aquela casa que você quer ter, enfim. Encontre dentro de você a energia necessária para sair do lugar. Se tiver que cair que seja pra cima!
Conheça-te! Já falei em outro artigo aqui a importância do autoconhecimento. Através dele você vai saber o seu propósito e não se desviará dele. Quem se conhece é mais seguro de si e sabe dizer não, quando é necessário.
Planeje-se! Também já falei por aqui da importância de planejar para agir. Com planejamento fica muito mais fácil organizar o que você quer fazer, pois você separa sua meta macro em micro metas possíveis e alcançáveis.
Monitore-se! Como você vai saber se está fazendo aquilo que programou? Se está atingindo as micro metas? Eu costumo fazer esse follow-up todo final de semana, pois as minhas metas são semanais e, assim, sei se estou me liderando ou me sabotando. Quando você vai monitorar?
Comunique! Além de fazer, esteja sempre comunicando ao mundo sua liderança, para que você veio e onde quer chegar. Desse modo, você vai acabar atraindo pessoas que tenham a ver com seu projeto e afastando naturalmente aquelas que não agregam. E TÁ TUDO BEM! Afinal, era esse o objetivo certo?

Liderar a si mesmo exige autorresponsabilidade (ninguém mais vai fazer por você) e autodisciplina (cumprir o que planejou). A boa notícia é que qualquer pessoa pode se tornar um líder, liderança é hábito.

Sucesso a todos!

Dúvidas e sugestões lunnadias@smartgroubrasil.com

Lunna Dias, Psicóloga, Coach, com MBA em Gestão de Pessoas, Especialização em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas. Além de formações como Analista DISC, Cargos e Salários, Inner Game, Gestão de equipes de Alta Performance e Certificação Internacional para transformar Educação em Resultados para o negócio.

Empreendedora com a Smart Group Brasil - Escola de Desenvolvimento Profissional. Já escrevi 1 livro (Manual da (des) conduta: histórias e ideias para se destacar na seleção profissional), 1 Pitchbook e 4 e-books sobre carreira, liderança, atendimento e vendas. Atualmente sou aspirante a youtuber com o canal Lunna Dias Mais.

Tenho 13 anos de experiência atendendo empresas no Tocantins, Goiás e Pará com Treinamento e Desenvolvimento de pessoas, Educação Corporativa, além de alinhamento de processos de Recursos Humanos.
 

13/12/19 11:17 | Atualizado em: 13/12/19 11:17

Pare de fugir do que não quer e comece a correr atrás do que VOCÊ QUER


Semana passada em minha rede social compartilhei o que eu estava fazendo na virada do ano de 2009/2010 (exatamente 10 anos atrás). Fiz em tom de comédia, que é uma de minhas características, mas também mostrei os aprendizados que os problemas e sofrimentos daquela época me trouxeram (término de relacionamento, pedidos de demissão e mau uso de dinheiro). Mas o que me deixou pasma foi a quantidade de mensagens que recebi de seguidores relatando desejar mudar de vida, mas não faze-lo por medo. “Não quero mais continuar esse relacionamento, mas tenho medo de ficar sozinha”, “Não aprendo nada do meu emprego, não gosto do que faço, sei que não vou crescer, mas não quero perder meus direitos”. E todos nessa situação há anos.


Fiquei tão pensativa a respeito que até estamos aqui agora falando sobre isso. Primeiro me lembrei dessa imagem:

O novo causa mais medo do que o sofrimento que tenho, mas que já conheço (afinal, é ruim, mas continuo sobrevivendo). Só que é “sobrevivendo” e não vivendo plenamente, apenas passando o tempo. E segundo, me lembrei de uma frase que sempre uso: Pare de fugir do que não quer e comece a correr atrás do que você quer. Eu passo a vida fugindo de não ficar sozinha, não ficar desempregada, ao invés de traçar metas do que de fato QUERO e correr atrás delas. Ao invés de passar a vida tentando não ficar desempregada, por que não tento aquele emprego que sempre sonhei naquela empresa bacana? Tento até conseguir. Por que não fico solteira, refaço minha vida, faço novos amigos e aí sim começo a procurar alguém que eu possa ser mais feliz? Imagina se você viver até os 100 anos e agora tem 30 (faltam 70) “sobrevivendo" com esse relacionamento ou com esse emprego? Não dá!

 Mas Lunna, o que faço então? Vamos traçar um plano para sair dessa em 2020. Fica comigo:
1. Pegue um papel e coloque exatamente TUDO que você quer. Não tenha medo e não seja modesto, sonhar pequeno e sonhar grande dá o mesmo trabalho. Aqui vou usar o exemplo de abrir um negócio, mas hoje você é empregado CLT. Seu novo negócio precisa de um espaço próprio? Ou você pode atender na casa do cliente? Ou em um espaço conjugado com outro negócio? Quanto dinheiro você precisa para isso? Do que mais você precisa? Dá para fazer uma transição trabalhando nos dois para se sentir mais seguro? (Mas não recomendo fazer isso com o relacionamento kkkk).

2.Agora vamos dividir em micro metas para 2020 (sugiro fazer isso num quadro em local visível). Suponhamos que você precisa de R$ 2.000,00? Quanto consegue guardar por mês? R$ 100,00? R$ 200,00? Seja realista. Quais outras atividades você precisa? Um curso? Distribua tudo isso ao longo dos meses de 2020 e terá uma previsão de quando seu sonho se tornará realidade. Não aceite suas próprias desculpas e só pare quando conseguir.

 Esses planos devem ser feitos por escrito, escolha seu método, mas ele precisa estar visível. Não aceite desculpas e auto sabotagem (as vozes internas vão querer que você se acomode). Não vai ser fácil, mas vai ser gratificante. E, infelizmente ou felizmente, só você pode fazer isso por você.
 Você é o único responsável pelo seu destino, o que está fazendo para que ele seja incrível?

Vem 2020!

Dúvidas e sugestões lunnadias@smartgroubrasil.com

Lunna Dias, Psicóloga, Coach, com MBA em Gestão de Pessoas, Especialização em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas. Além de formações como Analista DISC, Cargos e Salários, Inner Game, Gestão de equipes de Alta Performance e Certificação Internacional para transformar Educação em Resultados para o negócio.

Empreendedora com a Smart Group Brasil - Escola de Desenvolvimento Profissional. Já escrevi 1 livro (Manual da (des) conduta: histórias e ideias para se destacar na seleção profissional), 1 Pitchbook e 4 e-books sobre carreira, liderança, atendimento e vendas. Atualmente sou aspirante a youtuber com o canal Lunna Dias Mais.

Tenho 13 anos de experiência atendendo empresas no Tocantins, Goiás e Pará com Treinamento e Desenvolvimento de pessoas, Educação Corporativa, além de alinhamento de processos de Recursos Humanos.