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DE CAMAROTE (HÉRCULES DIAS)

Para que tanto empenho em "arrumar" um vice, se a discórdia é uma probabilidade?

14/09/20 22:09:51 | Atualizado em: 15/09/20 17:09:08

O PESO DO VICE: HÁ CONTROVÉRSIA

Estava tricotando com um amigo de longa data sobre política, quando um assunto específico veio  à tona: por que, geralmente, os companheiros de política, se tornam inimigos? 

Não é regra geral, mas acontece mais do que se imagina. Principalmente entre os vices, os subs e os suplentes. Olho grande, inveja, agouros, sentimentos "de querer ser o outro", ou ocupar o lugar dele.

A história se repete: vira e mexe tem vice brigado com o titular e vice-versa. Isso é natural do ser humano.

Isso exposto, fico pensando o porquê de tanto esforço, de enorme trabalho em arranjar um vice prefeito, por exemplo, como é o caso do momento em que vivemos, com a proximidade das eleições e, consequentemente, das campanhas eleitorais.

Conchavos, adequações, ceder aqui, ceder ali, para chegar a um nome de consenso.  E depois das eleições? O vice será um tormento, uma ameaça? O rompimento entre titular e vice já aconteceu muitas vezes, ou reiteradas oportunidades.

PRAZO SE FINDANDO

O tempo está se exigüindo para as legendas realizarem suas convenções partidárias e referendar seus  candidatos para as eleições de 15 de novembro próximo. O prazo se encerra na quarta-feira, 16. Aí sim, a onça vai beber água!

CANDIDATO SOB ANÁLISE

E cada sigla apresentará seus representantes. O eleitor tocantinense saberá quem é quem. A conduta de cada candidato será colocada para análise do povo brasileiro, que vai dizer se político tem cacife para administrar a sua cidade, o seu município. 

ARROGÂNCIA

Não tenho afinidades com pessoas arrogantes por ser esse tipo de "gente holofotes da eloquência exacerbada" se julgarem a essência do talento.

NAUFRÁGIO

Aí que se dão mal, pois aos arrogantes o destino é naufragarem no próprio mar de sua insignificância.

Até hoje deram sorte, pela estratégia, talvez, mas podem entrar numa ruína e começar a desmoronar!
Os bons sempre existirão para contrapor a maledicência, para o gáudio dos merecedores de uma vida de tranquilidade e prosperidade. Sigam-nos os bons, então!

Quem viver, verá! (Hércules Dias)